Soltura histórica de peixes-bois da Amazônia reforça importância da conservação da espécie

A Associação Amigos do Peixe-boi (Ampa) realiza projetos de conservação na Amazônia. Em março de 2019, doze peixes-bois foram devolvidos à natureza na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Piagaçu-Purus. Esta unidade de conservação fica localizada a 173 km de Manaus. A ação integra o Programa de Reintrodução de Peixes-bois do Projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia, enquanto busca proteger espécies ameaçadas de extinção.

Programa de Reintrodução e Conservação

A Ampa atua há 18 anos na região. O projeto devolveu mais de 30 animais aos rios amazônicos porque muitos foram vítimas de caça ilegal. Esta iniciativa ocorre em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC). O trabalho envolve o resgate e a reabilitação dos mamíferos aquáticos.

Monitoramento e Apoio Comunitário

Ex-caçadores monitoram os animais agora. Eles utilizam cintos com transmissores para coletar dados de telemetria essenciais à pesquisa científica. A comunidade local é fundamental para o sucesso do projeto. O apoio dos moradores garante que a conservação ocorra de modo sustentável.

Educação Ambiental na Comunidade

A Escola Municipal Bom Jardim recebeu atividades educativas. A ação ocorreu na comunidade do Cuianã, perto do local de soltura. O objetivo é motivar jovens e crianças para a preservação ambiental. Os moradores aprendem sobre o papel vital da espécie nos ecossistemas aquáticos.

Imagens

Perguntas frequentes

Onde fica a RDS Piagaçu-Purus?
A reserva está localizada a 173 km de Manaus. Ela serve como área de reintrodução para peixes-bois.
Quem realiza o projeto de conservação dos peixes-bois?
A Associação Amigos do Peixe-boi (Ampa) executa a atividade. O Inpa atua como parceiro no projeto.
O que é o projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia?
É um programa de reintrodução de espécies ameaçadas. Ele foca em resgatar e reabilitar animais vítimas de caça.
Como os peixes-bois são monitorados na natureza?
Os animais recebem cintos com transmissores de telemetria. Moradores locais realizam o acompanhamento desses dados.

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