Grito d’Água realiza edição especial em homenagem ao Dia Mundial da Água

O Grito d’Água promove limpezas em igarapés de Manaus. O projeto une esporte e consciência ambiental para tratar a poluição local. Esta iniciativa utiliza pranchas de Stand Up Paddle e caiaques porque busca alcançar áreas de difícil acesso durante as variações do nível dos rios amazônicos.

Ação no Igarapé do Tarumã

A edição especial ocorre no dia 23 de março. O ponto de encontro é o Flutuante Abaré, localizado na margem direita do Tarumã. Os voluntários utilizam uma lancha de apoio para recolher os resíduos enquanto navegam pelos canais do igarapé.

O evento começa às 07h30 da manhã. O coordenador Agnaldo Oliveira Junior observa que o lixo fica escondido na copa das árvores quando as águas sobem. A organização busca tornar os rios e lagos mais limpos para garantir a perenidade dos recursos hídricos.

Histórico e impacto ambiental

O projeto já realizou oito edições. Cerca de 50 voluntários participam das atividades de forma contínua. Na quinta edição, ocorrida em dezembro de 2017, a equipe retirou 18 toneladas de lixo das águas.

A logística varia conforme o nível do rio. Os especialistas realizam limpezas na mata de igapó durante a cheia e nas ilhotas durante a vazante. Em novembro de 2018, os voluntários removeram 8 toneladas de resíduos da região.

Imagens

Perguntas frequentes

Onde começa o Grito d’Água?
A saída acontece no Flutuante Abaré. O local fica na margem direita do igarapé do Tarumã.
Qual o horário da atividade?
A ação inicia às 07h30 da manhã. Os participantes devem chegar ao ponto de encontro com antecedência.
Quais equipamentos são utilizados na limpeza?
Os voluntários usam pranchas de Stand Up Paddle e caiaques. Uma lancha de apoio auxilia no recolhimento do lixo.
Quem organiza o evento?
A ação é uma união entre o Flutuante Abaré SUP e a PONTOCOMM. O projeto também conta com apoio da iniciativa privada.

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